Mostrar mensagens com a etiqueta Nova Democracia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nova Democracia. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Mas eles não têm mais nada para fazer?

Ao que parece o pessoal da extrema-direita anda a inscrever-se no partido que Manuel Monteiro promete líderar até 2008. Mas expliquem-me lá a lógica disto? Tanta coisa para legalizarem o PNR e agora andam a tentar invadir o PND? Estes romanos estão malucos.
Mas se isto é estranho, ainda mais o é um presidente de um partido demitir-se e continuar como presidente por mais um ano, depois de ter levado uma derrota enorme nas urnas. A Nova Democracia precisa de renovação, precisa de jovens e principalmente de novos rostos, que na minha óptica deviam ser quadros preparados para dar algum ar fresco à direita portuguesa. Com um Portas no CDS e um Menezes no PSD, a direita não precisa de mais populismo, bem pelo contrário, precisa de uma política séria e fundamentada - isto dito por alguém de esquerda, penso eu de que.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Irresponsabilidade

O Partido Nova Democracia, ainda líderado por Manuel Monteiro, lançou hoje um comunicado intitulado "ausência de polícia pode vir a justificar a milícia", aqui podemos ler uma passagem muito interessante: "A situação actual pode conduzir os portugueses a terem de se defender por meios próprios atendendo à falta de confiança objectiva que todos passaram a ter no Estado e nas suas Instituições."
Isto para além de atentatório à ordem pública exigível a um estado de direito, consegue ultrapassar para lá de muito o razoável e o nível mínimo de seriedade que é exigível a um partido político, seja de esquerda ou de direita. Este incentivo à violência para além de ridículo é perigoso e leva-me a ter que fazer comparações com o pior que a extrema-direita tem pela Europa.

domingo, 22 de julho de 2007

O adeus de Monteiro

Manuel Monteiro apresentou, este fim-de-semana, a sua demissão da presidência do Partido Nova Democracia. No seguimento do que já tinham sido as suas declarações sobre os resultados nas intercalares, foi coerente e soube retirar-se da ribalta política. Teve a coragem de abandonar a liderança do partido que o próprio criou, ao contrário de Paulo Portas que se mantem à frente do CDS, assistindo ao seu lento e progressivo fim, sem em momento algum repensar a estratégia que adoptou após o último congresso do partido.
O PND tem agora que encontrar o seu espaço político na direita portuguesa, renovar o rosto da sua liderança e não ser uma espécie de MRPP da direita. Um partido só tem sucesso quando se lhe conhecem vários dirigentes, um movimento político só funciona quando tem vários rostos para diferentes áreas e se o PND continuar agarrado à figura de Manuel Monteiro, terá que ser feito o paralelismo com Garcia Pereira e o MRPP.

Tricas do passado

Jorge Ferreira

sexta-feira, 22 de junho de 2007

O assessor do Monteiro

Será que o ginjas é o tal único assessor que Manuel Monteiro disse que precisaria, caso fosse eleito vereador?

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Lembram-se do Manuel Bexiga?

Não, não pensem que o actor madeirense vem fazer campanha para o continente. Mas a Nova Democracia já tem um sucessor para a campanha às intercalares de Lisboa, chama-se Ginjas e vai ser interpretado pelo actor Gonçalo Lello. Ao que parece, este senhor vai andar nas ruas de Lisboa, com brilhantina no cabelo e palito no canto da boca, a lutar para ser nomeado assessor.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Lá nisso o Jorge Ferreira tem razão...

"Carmona Rodrigues diz que agora é realmente independente, o que significa que há dois anos quando dizia que era independente estava a gozar com a cara dos lisboetas. O PSD agora quer Lisboa a sério nos cartazes, o que significa que há dois anos foi a brincar nos gabinetes."

segunda-feira, 7 de maio de 2007


Depois de uma prolongada ausência, devidamente justificada com a campanha para o Conselho-Geral fundador da AAUL, estou de volta. Voltei antes mesmo das eleições, só para comentar o resultado eleitoral das eleições regionais na Madeira. Mais uma vitória de Alberto João Jardim, desta vez maior do que é costume, e mais uma derrota da democracia. No fundo, o normal lá na ilha.

Os resultados foram os seguintes:

Alberto João Jardim reforçou a sua maioria absoluta e a sua birra vençou. Os Madeirenses voltaram a eleger o senhor que recentemente, em pleno período de campanha eleitoral, inaugurou 200 metros de estrada, para pagar um favor à senhora que tomou conta dos seus filhos. Que dizer? No mínimo genial. Estaram agora todos os eleitores do PSD-M a pensar que o governo do continente alterará a Lei das Finanças Regionais, mas não. A resposta do PS e do seu governo é: nem pensar.

De que valeu então todo este fogo de artifício na Madeira? De nada. Temos agora menos oposição e um PS muito mais enfraquecido, a Lei das Finanças Regionais contiuará na mesma e gastamos todos mais uns milhões de euros numas eleições, que mais não são do que uma birra do Dr. Alberto João Jardim. Birra ou talvez não - ou será que com isto o presidente do GRM queria tentar ficar mais 2 anos no poder, do que era previsto, com a nova lei da limitação dos mandatos?

Quanto à oposição, está tudo na lama. O PS continua sem conseguir denunciar os tiques de autoritarismo do regime madeirense e viu o seu grupo parlamentar substancialmente reduzido, no meio disto também a JS perdeu o seu lugar parlamentar. O Bloco de Esquerda começa a perceber que a mudança de UDP para BE não resulta na Madeira, tendo perdido um assento parlamentar e ficado apenas com um deputado na ALR. O PCP e o PP mantiveram o número de deputados e conseguiram um resultado aceitável.

Continuando na oposição, vamos então às surpresas da noite. A primeira surpresa, não muito surpresa, é a eleição de um deputado pelo MPT. Candidatura esta que resultou de uma cisão no PS-Madeira e que como tal, não torna este resultado assim tão surpreendente. A força política que me deixou verdadeiramente surpreso, foi o partido Nova Democracia que, concorrendo pela primeira vez à ALR, elegeu Baltasar Aguiar. Esta campanha foi verdadeiramente inovadora e recorrendo ao humor e a uns modestos 10 mil euros de fundos, trouxe uma lufada de ar fresco ao cinzentismo da oposição no arquipélago. Com a abertura do CDS de Paulo Portas ao centro e com vazio político que é deixado na direita, parece-me que esta é apenas a primeira vitória do partido liderado por Manuel Monteiro.