sexta-feira, 27 de abril de 2007

A sondagem realizada pela Eurosondagem, que hoje foi publicada na SIC, demonstra apenas masuquismo dos madeirenses. Para além de tudo apontar para a sua reeleição, Alberto João Jardim conseguirá aumentar em 5,6% a votação do PSD.
O PS fica-se pelos 23,8%, sendo que toda a oposição irá ver a sua votação reduzida, em relação às eleições regionais de 2004. No total, calculo que os "sociais-democratas" irão eleger cerca de 30 deputados regionais. É também de estranhar o facto das badaladas candidaturas do PND (em cisão com o PSD-M) e do MPT (em cisão com o PS) não conseguirem eleger nenhum deputado. O CDS/PP e PCP deverão ficar-se pelos 2 deputados e o BE por apenas 1.
No fundo, as eleições regionais na Madeira são um grande hino à democracia. Ou pelo menos à democracia ao jeito de Alberto João Jardim, que continua a brincar com o governo central e a monopolizar, em torno do PSD, vários sectores da região. Fico sinceramente triste por observar que os madeirenses vivem bem com o seu presidente e que tão triste personagem vai ser novamente reeleita. Cada um tem o que merece.

A trapalhada na CML nunca esteve tão grande. Depois de toda a polémica em torno de Fontão de Carvalho ter sido constituido arguído no caso Braga Parques, agora é o presidente da autarquia que também é acusado. Perante isto, o Dr. Marques Mendes não quer prestar declarações e Carmona nada diz aos cidadãos que o elegeram.
Sr. Presidente ponha fim a esta trapalhada, por favor demita-se.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Hoje, como de costume, participei na marcha do 25 de Abril na Av. da Liberdade. Fui juntamente com camaradas da JS rua fora, com as bandeiras ao vento. Várias foram as associações que participaram neste evento, mas a mais curiosa é certamente a que ia atrás de nós. Estratégicamente colocada atrás dos jovens socialistas ia um grupo de jovens, com t-shirts da festa do avante, que apelavam à "libertação" do País Basco".
A não ser que os bascos falem muito bem português, todos eles me pareciam realmente compatriotas nossos. O mais curioso é que estes "activistas bascos" decidiram gritar, pela avenida fora, frases como: "a luta continua, governo para a rua"; ou melhor "PS e PSOE a mesma merda é".
Caso estes senhores não se lembrem, estavamos na festa da liberdade, na comemoração do 25 de Abril, pelo qual muitos activistas do PS lutaram. O maior perigo da democracia é este sectarismo selvagem, daqueles que se julgam donos da liberdade e da democracia, esquecendo-se que a história do PS, como já o afirmou Maria de Medeiros, está intimamente ligada à história da própria democracia. O 25 de Abril quando nasceu foi para todos aqueles que lutaram pela liberdade, por isso estive na marcha e continuarei a estar. Cada vez com mais jovens socialistas e com menos comunistas sectaristas.
Mas se os senhores da "libertação do País Basco" pensam que pensam, pensam mal. Quem pensa por eles, é mesmo o Comité Central.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

A Revista Sábado de 19 a 25 de Abril tem uma reportagem especial sobre o sexo dentro das escolas. Saí há poucos anos do ensino secundário, onde fui presidente da A.E. durante dois anos e membro da Assembleia de Escola durante três e pelos vistos, não estava dentro da realidade. Ao que parece existe um estudo, onde mais de 10% dos estudantes portugueses com mais de 14 anos afirmam já ter tido relações sexuais em estabelecimentos de ensino público. Ao que parece os locais preferidos pelos teenagers são as casas de banho.
Como é óbvio existem sanções previstas pelo Ministério da Educação para estes casos, mas segundo nos é indicado pelos dados apresentados pela Sábado, parece que os conselhos directivos, na maioria dos casos, não têm conhecimento destas situações, ou simplesmente não dispõe de meios para as controlar. Mas na minha opinião, o problema é muito mais profundo do que a simples necessidade de punição e controlo. Estes dados, juntamente com a nossa taxa de gravidez na adolescência, mostram apenas uma coisa: é urgente que exista uma efectifização da educação sexual nas escolas, aprovada na A.R. já no final da década de 80.
É inaceitável que situações como estas ocorram em estabelecimentos públicos de ensino. Sou liberal do ponto de vista dos costumes e não me faz confusão que os adolescentes tenham relações sexuais, ainda que muito novos, mas só não consigo aceitar que estas práticas tenham lugar nas escolas. De quem será a culpa? Sinceramente não sei, mas será muito provavelmente de todos aqueles que defendem que os alunos podem usar sandálias nas aulas e tratar por tu os professores.

domingo, 22 de abril de 2007

Algumas notas sobre o que se passou neste fim-de-semana:

- Paulo Portas venceu, tal como se esperava, as eleições directas com cerca de 70%. Na sua primeira intervenção depois da vitória, afirmou que quer fazer do CDS/PP um grande partido de centro-direita. Sem dúvida que Paulo Portas é um animal político, capaz de ser social-democrata, conservador-liberal, democrata-cristão e agora de centro-direita. Mas afinal qual é a verdadeira ideologia política deste senhor? Aguardo para ver a Moção Global de Estratégia a ser apresentada no próximo congresso.
- Hoje acabou o congresso nacional da JSD em Espinho. O antigo vice-presidente Pedro Rodrigues, derrotou o Presidente da Distrital de Lisboa Bruno Ventura. Parabéns Pedro. Espero que a JSD volte ao debate e à intervenção política, das quais teve arredada durante o mandato do Daniel Fangueiro, que agora passou para Presidente de Mesa.
- O DN fez uma notícia sobre o "post" do Pedro Nuno Santos, relativo ao veto da JCP à intervenção de RAP, na Av. da Liberdade, na próxima quarta-feira. Não quero acreditar que os comunistas quisessem antes um qualquer sindicalista a intervir contra o governo. Deixem isso para o desfile do 1º de Maio.

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Gostava de agradecer ao Tio Alberto por ter feito uma ponte com o meu nome. Em 1994 foi feita, no Funchal, a ponte João Gomes. Com mais de 140 metros de altura e 274,5 metros, ganhou o prémio Secil em 1997. Mas mesmo assim continuo a não gostar do governo autoritário da Madeira e a apoiar o Jacinto Serrão... É mesmo pena.

Gostei de ver o comentário do Rui Pena Pires no Canhoto sobre este cartaz do Bloco de Esquerda. Completamente vergonhoso o mesmo, será que o BE está a afirmar que a qualificação académica nada interessa aos jovens? Na minha opinião, parece-me que sim. Então expliquem lá a necessidade dos doutoramentos de Francisco Louçã e Fernando Rosas...

Devido à minha ausência de uma semana na blogosfera, não tive oportunidade de comentar o debate entre Ribeiro e Castro e Paulo Portas na RTP. Mas não poderia deixar de concordar com a análise de JCS no Lóbi do Chá. A Júdite de Sousa e os operadores de câmara foram os verdadeiros vencedores do confronto entre centristas(?!).

Muito se tem falado na blogosfera sobre a polémica em torno do veto ao nome de Ricardo Araújo Pereira, para falar em nome dos jovens, no desfile da Av. da Liberdade, durante as comemorações do 25 de Abril. O secretário-geral da JS, Pedro Nuno Santos, vem na blogosfera repôr a verdade dos factos e denunciar o veto da JCP à intervenção do seu ex-militante.
Gostava de salutar a participação do Pedro Nuno na blogosfera. É importante, numa altura em que o PGR e o próprio José Sócrates vêm críticar a blogosfera, que o líder da maior organização de juventude do país decida expor as suas opiniões com recurso a um blog. O blog "Ladrões de Bicicletas", para além da participação do Pedro Nuno, conta também com os textos do Zé Guilherme, do Nuno Teles e do João Rodrigues, todos do Bloco de Esquerda.

sábado, 14 de abril de 2007

O seguinte texto é pura ficção. O autor não se responsabiliza por qualquer semelhança com a realidade.
Congresso da JP daqui a 10 anos
São 18:20h de Sábado – saio desesperadamente de casa, com uma caneta no bolso e um bloco pautado na mão. Rumo, a pé, para a Av. da Igreja. O cabelo ainda está molhado e as ideias circulam a um ritmo fernético, acelero cada vez mais o passo em busca de um café e um maço de cigarros.
Uma hora antes, enquanto tomava banho, tive uma visão quase profética do futuro. Isto, minutos depois de ter lido algures que hoje fazia oito anos que havia falecido Nuno Krus Abecassis, figura marcante do CDS e da autarquia lisboeta. Juntamente com Adelino Amaro da Costa, foi para mim das figuras mais marcantes da direita, ainda na época democrata-cristã.
Voltando à visão, repito quase profética, que tive durante o meu duche, antevi um congresso da Juventude Popular daqui a 10 anos. Não sei por que é que Ele me escolheu a mim, socialista e agnóstico, para fazer esta revelação ao mundo. Mas sinto-me com responsabilidade acrescida por ser, nesta hora difícil para o CDS, um mensageiro divino.
Estamos pois no XXII Congresso Nacional da JP. A liderança é disputada por duas promessas da direita portuguesa, pela Lista A Martim e pela Lista B Salvador. O habitual sistema de cacique das distritais parece que não está a funcionar e tudo aponta para que o congresso seja decidido em função das características, qualidades e defeitos de cada candidato. Este fenómeno leva a uma grande cobertura mediática do evento, que José Pacheco Pereira já classificou, no seu post 948000 do Abrupto, como a “adesão de Portugal ao estilo de política à americana”.
O primeiro candidato a chegar foi o da Lista A. Martim deu entrada no GarageCongressCenter em Lisboa (antiga discoteca Garage) ladeado pela sua namorada Pimpinha e pelo seu vice-presidente Rodrigo Maria de Vasconcellos de Pinto Costa Soares e Carvalho Brito. Martim chegou no seu Land Rover Defender verde tropa com dois autocolantes, um da loja Triologia e outra da Ericeira SurfShop, ambas patrocinadoras da campanha. Este candidato conta, na minha opinião, com o melhor currículo.
Martim começou a sua carreira política como presidente da A.E. da Escola Secundária Maria Amália em Lisboa, depois de ter sido expulso de um conhecido colégio da capital, por alegadamente ter ingerido dois malibus-cola antes de uma aula de Religião e Moral. Esta jovem promessa da política, tem 23 anos e é finalista do curso de gestão na Universidade Católica, contudo os pontos que jogam mais a seu favor são o facto de ter sido relações públicas da discoteca Absoluto, ter duas participações no campeonato nacional de surf, uma casa em Vilamoura e mais dois irmãos que o outro cantidado – 8 no total.
Mesmo com este brilhante currículo, Martim é muitas vezes confrontado com o seu passado, recheado de processos disciplinares na Juventude Popular. Corria o ano de 2010 e Martim foi condenado por se ter dirigido a um colega de partido - em pleno Conselho Nacional em Vale do Lobo - tratando-o na segunda pessoa. Dois anos depois, foi também condenado por ter sido apanhado na Trignometria a fumar um cigarro Marlboro, sendo que as duas únicas marcas permitidas na JP desde da última revisão estatutária são L&M e Lucky Strike. Contudo, a situação mais grave sucedeu-se recentemente , quando acusou, na imprensa, o seu rival Salvador de ser um “surfista de banheira” e de “usar calças pouco largas, que não deixam mostrar os boxers”. Corre ainda outro processo por se ter referido ao calçado desportivo como “téni”, em vez de “ténis”. Absolutamente lamentável.
Salvador chegou ao congresso pouco tempo depois, ao volante do seu Golf IX prateado, com dois gigantescos autocolantes dos seus patrocinadores: Rip Curl e Billabong, sugerindo desde já que tem mais dinheiro que o seu rival para esta campanha. O candidato da Lista B vem vestido com uma t-shirt azul cueca onde se pode ler “não destruam as ondas”, umas calças largas da Rip Curl (uma eventual resposta a Martim) e uns ténis Vans. A sair do bolso direito é visível uma fita para as chaves rosa-choche da marca Roxy que foi dada pela sua namorada “Felipa”. Na mão traz o seu telemóvel anti-choque laranja com um autocolante da Reef e o maço de tabaco Lucky Strike, em gesto de pura provocação a Martim. Salvador teve uma entrada mais triunfante que o seu opositor, sendo recebido por dezenas de congressistas que gritaram entusiasticamente: “Salvador vá em frente tem aqui a sua gente!”. Um momento bonito, de política pura.
O candidato da Lista B tem 24 anos e começou tardiamente a sua carreira, pelo facto de ter frequentado sempre colégios privados, onde não havia associações de estudantes. Contudo, Salvador revelou-se um líder quando, aos 18 anos, organizou a XV viagem de finalistas do seu colégio a Lorett del Mar. Um exímio praticante de Rugby, fanático de Surf e especialista em Snowboard, Salvador decidiu ingressar no curso de desporto da Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa, podendo tornar-se neste congresso um dos únicos líderes da JP a concluir os estudos numa universidade pública.
Este jovem conta no seu currículo com o cargo de Coordenador do Grupo de Jovens da Paróquia do Campo Grande, dois anos como promotor da agência de viagens SporJovem e organizador de campeonatos de Paint-Ball inter-colégios. Em termos de música, gosta de artistas como Matisyahu e Patrice, tendo revelado recentemente que Zeca Afonso usava umas roupas feias e esquisitas, o que o levou a ser fortemente atacado pela UDP, ressurgida há dois anos após a extinção do BE. Dentro da jota, é fortemente atacado por nunca ter trabalhado na noite e só ter tido 10 vezes o nome na guestlist da discoteca da moda.
Martim foi o primeiro candidato a falar e, no seu discurso, acusou Salvador de ser apadrinhado pelo “Tio Portas” e de no corredor o ter tentado agredir enquanto lhe dizia ofensivamente: “você é um traquina”. Salvador optou por um tom mais leve no seu discurso, tendo prometido mais festas e uma viagem à neve nas férias do Carnaval. No entanto, o que acabou por virar o congresso a seu favor foi o facto de possuir um modelo único da marca de ténis Vans, de cor azul e amarela, com o símbolo da JP. Nesse preciso momento, os congressistas começaram a aplaudir freneticamente o candidato e este aproveitou para prometer um campeonato de Surf no Guincho e a decoração do símbolo da jota com flores havaianas e uma fonte de letra mais “cool”.
Salvador ganhou e Martim abandonou o congresso, chorando nos ombros de Pimpinha, com quem, anos mais tarde, acabou por casar e ter apenas um filho, depois de se ter tornado marxista e ingressado no PSD.

Não tenho dúvidas que João Marcelino está a matar o Diário de Notícias. Morreu o velho jornal e nasceu mais um tabloide semelhante ao 24 horas, Diabo e Tal&Qual. Até já tem uma crónica cor-de-rosa e meninos da Atlântico a escreverem, que mais se podia querer?
Aconselho que leiam o Eduardo Pinto Bernardo sobre este assunto.

Na edição de hoje do Sol o Pinto Coelho, líder do PNR, decidiu por entre muitas outras barbaridades afirmar aquilo, que outro líder partidário já havia dito: "Che Guevara foi um assassíno". O outro líder é Ribeiro Castro. A única diferença é que um lídera um partido pequeno e outro apenas meio partido pequeno.
Aqui vai uma pequena provocação para estes senhores

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Francisco Pinto Balsemão, presidente da SIC e militante nº1 do PSD, deu autorização a um colaborador homossexual da estação televisiva, para que obtivesse licença de casamento, igual à dos restantens funcionários heterossexuais. Com isto, FPB ficou na história e foi dado um importante passo para que o povo português compreenda que os homossexuais devem ter direito ao casamento, para poderem gozar dos mesmo direitos das outras pessoas.
A fonte desta notícia é o Correio da Manhã. A minha opinião sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo pode ser lida aqui.

São vários os responsáveis políticos que parecem estar interessados em que a ratificação do Tratado Europeu seja realizada, no nosso país, sem recurso a referendo. O primeiro a lançar o debate foi Durão Barroso. Pouco tempo depois Cavaco Silva responde ao apelo de Barroso e lança o conselho aos partidos e agora, segundo notícia do DN, José Sócrates "mostrou-se disponível para «ponderar e reflectir» sobre a proposta do Presidente para o abandono do referendo".
Sou favorável ao Tratado Constitucional Europeu e lutarei sempre pela sua ratificação no nosso país. Todavia, acho que a aprovação do Tratado deve, nestas circunstâncias, ser feita com recurso a referendo. Isto pelo facto dos dois principais partidos (PS e PSD) terem sempre "prometido" a realização do mesmo. Mantenho, pois, uma posição coerente com a que tive em relação à lei da IVG, em que, unicamente devido à promessa eleitoral do meu partido, defendi a realização de um referendo, que legitimou ainda mais a lei, recentemente promulgada por Cavaco Silva.
Não deixo, no entanto, de considerar que corremos o risco de estar a abusar do recurso aos referendos, o que consequentemente leva à pouca participação nos mesmos e à perda da respectiva importância. Por este motivo, acho ridícula a proposta de Santana Lopes sobre um referendo à localização do novo aeroporto, e discordo da realização de um novo referendo sobre a regionalização, embora seja favorável à divisão do nosso país em regiões administrativas, ainda durante esta legislatura.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Gostei de ver o primeiro-ministro a explicar, ontem na RTP, a polémica em torno da sua licenciatura na UnI. José Sócrates dismistificou todas as questões, apresentou provas documentais e deitou por terra todos os boatos e insinuações que correram pela blogosfera e pelos jornais. Foi o fim de um escândalo patético e mesquinho.
Que conclusões podemos tirar disto? Apenas que existiu uma classe pseudo-intelectual, que tentou a todo custo ridicularizar o primeiro-ministro, por ter tido um percurso académico um tanto ou quando atribulado. O que ganhou a oposição com isto? Absolutamente nada - só a cegueira política é que leva alguém a pensar, que o povo português está preocupado com o facto do líder do governo ter este ou aquele título académico.
Gostava agora, de ver a oposição comentar antes a revisão em alta do crescimento económico de Portugal, feita pelo FMI no dia de ontem.

Já havia referido o facto de João Marcelino, director do Diário de notícias, ter dispensado o socialista Medeiros Ferreia. As últimas vítimas parece que foram Joana Amaral Dias (BE) e Ruben de Carvalho (PCP). Está de volta o Independente?

quarta-feira, 11 de abril de 2007

O dirigente nacional da Nova Democracia Jorge Ferreira, respondeu no seu blog a um comentário que eu havia feito sobre a sua crítica aos 10 dias administrativos previstos para o encerramento da UnI. Nesse mesmo post, o aveirense reafirmou a necessidade de haver um efectivo encerramento desta instituição, embora deva ser cumprido o prazo previsto no CPA.
Sinceramente acho que não existem soluções milagrosas para a UnI, principalmente porque quando falamos da mesma, falamos também em cerca de 2500 alunos, a maioria trabalhadores-estudantes, que têm aulas todos os dias das 18:00h até às 23:00h.
Acho que em primeiro lugar devemos estar preocupados com o futuro dos mesmos. Por isso o governo deve a muito breve prazo, avaliar se existem condições pedagógicas para garantir o funcionamento da UnI. Se não existirem, esta instituição tem que ser encerrada e têm que ser encontradas soluções para estes alunos, nem que para isso seja necessário abrir vagas para os mesmos nas instituições públicas de ensino superior.