terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Democracia
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João Gomes
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Super terça-feira
Daqui a algumas horas os democratas e republicanos, de cerca de 22 estados, vão decidir sobre qual será o melhor candidato do seu partido às eleições norte-americanas. Muito se tem escrito sobre o assunto e estou longe de ser um especialista na matéria, no entanto fica o meu voto de solidariedade, infelizmente é o único com que posso contribuir, para com Barack Obama.
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03:57
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Ainda sobre Barrilaro Ruas
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05:18
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4 meses, 3 semanas e 2 dias
Um filme chocante sobre o aborto ilegal, mais que isso, sobre o aborto quando é praticado num estado avançado de gestação - uma pérola do cinema Romeno, que conta com uma representação brilhante de Anamaria Marinca.
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02:40
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domingo, 3 de fevereiro de 2008
Henrique Barrilaro Ruas - o monárquico anti-colonialista

Entrevista «Pessoal e Transmissível» de Carlos Vaz Marques, TSF, 5 de Junho de 2003.
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06:22
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João Camossa mais um resistente anti-salazarista que gostaria de ser lembrado por esta época
"Quando chega D. Sebastião?", perguntava um brincalhão ao telefone, pouco depois do 25 de Abril de 1974. "Daqui fala o próprio", retorquia, da sede do Partido Popular Monárquico, João Camossa. Nessa época - antes das primeiras eleições -, lia-se nas paredes: "Queremos o Camossa na Assembleia."
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04:51
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Henrique de Paiva Couceiro
Vela a Polícia e o lápis da Censura.
Incapacitados, uns, por esse regímen de coibições - entretidos, outros, com a digestão, que não lhes deixa atender ao que se passa, jaz a Pátria Portuguesa em estado de catalepsia colectiva."
Está em perigo a integridade nacional. É isto que venho lembrar-lhe, Senhor Presidente do Conselho."
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03:56
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D. Carlos I - o diplomata
Não quero com a publicitação deste vídeo difundir qualquer tipo de ideário, cem anos passados desde o regícidio, quero apenas contribuir para o debate sobre a vida e obra do Rei D. Carlos. Quando o faço estou ciente que posso ferir várias susceptibilidades repúblicanas, sendo que muitos continuarão a dizer que o 1º de Dezembro foi um mal necessário - costumamos dizer que a história julga os factos, neste caso ainda não julgou, talvez por isso este seja o primeiro 1º de Dezembro onde há debate.
O Rei D. Carlos foi um homem avançado no seu tempo, rompeu em muito com uma tradição de obscuridade intelectual que afectou vários dos monarcas da nossa história, bem pelo contrário ficou conhecido como um homem das artes, pintor de qualidade reconhecida, um diplomata de, várias vezes referido, reconhecido mérito, que ousou dizer: "vamos sentar Portugal à mesa das nações civilizadas". Deu cartas na área das ciências naturais tendo inclusivé obra publicada sobre esta temática e destacou-se também enquanto amante do mar e da navegação.
Este monarca, no entanto, reinou numa época difícil, arrisco-me a dizer das piores que Portugal já viveu, numa altura de grave crise financeira, do ultimato inglês, do mapa cor-de-rosa em África e em que o anarco-republicanismo se ia movendo nas cerimónias carbonárias e nos cafés de Lisboa. Cometeu um erro, esse sim grave, de legítimar a ditadura de João Franco, talvez aí tenha também legítimado a oposição repúblicana, que concretizou num atentado aquilo que nunca conseguiu fazer nas urnas, onde nunca foi realmente representativa no parlamento.
Defendo que não devemos apagar a história e D. Carlos é uma figura incontornável da mesma, tal como não devemos esconder o 5 de Outubro, tanto o de 1143 como o 1910. Na república também houve heróis e têm que ser louvados e acarinhados pelo seu país - mas lembrar os nossos monarcas, nas suas virtudes e defeitos, como o fiz aqui é uma exigência de patriotismo muito mais importante do que continuarmos a discutir a dictomia República/Monarquia - sobre essa ainda muitas linhas serão escritas.
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O Regícidio e a Causa Real
O movimento monárquico português parece querer despertar de um longo sono - quer me parecer que isto não é mau para a política portuguesa e só vai enriquecer o debate democrático. Aproveitando o centésimo aniversário do atentado que vitimou o Rei D. Carlos e o Príncipe Herdeiro D. Luís Filipe, Paulo Teixeira Pinto tornou-se presidente da Causa Real e já começou a mobilizar os seus correlegionários para uma petição que pretende converter o dia 1 de Fevereiro em dia de luto nacional - num país com tantos feríados e datas festivas, tal facto não me choca.
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sábado, 2 de fevereiro de 2008
Eleições, concelhias e outras touradas
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Politizemos o mundo (2)
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Politizemos o mundo
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Alegrismos (Ou E tudo o MIC levou)
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domingo, 27 de janeiro de 2008
Daqui P'rá Frente
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Imaginem que...
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domingo, 20 de janeiro de 2008
Expiação
Já conhecia alguma da obra do Ian Mcewan, tendo começado por ler o Sábado, um dos livros que mais me marcou - posteriormente deixei-me levar pelo chocante Estanha Sedução, também já adaptado para cinema, num filme com o mesmo nome. Na época adorei o livro, mas há muito deixei de gostar de Itália, dos italianos, particularmente de Veneza e dos venezianos e logo também do livro - talvez mesmo deste escritor irlandês que tanto admirava e que por capricho passei a ignorar.
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