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terça-feira, 21 de agosto de 2007

Ainda mais Menezes do BE (parte III)

Os trotskystas da Alternativa Socialista também não acham lá muita piada ao acordo.

Os Menezes do BE (parte II)

A arrogância intelectual do renovador comunista João Semedo não caíu mal só no FER. Pelos vistos a corrente Esquerda Nova também não gostou muito desta Silly Season.

Há por aí uns Menezes no BE

É melhor lerem isto e depois passarem os olhos por aqui - a oposição à direcção do BE anda activa.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

O Zorro não tinha 9 assessores técnicos, uma secretária, um coordenador do gabinete, dois motoristas e um contínuo, tudo a recibo verde.



Joel Galvão, da concelhia de Lisboa da JS, divulga no seu blog a lista de assessores, motoristas e outros funcionários, para o uso exclusivo do bloquista José Sá Fernandes.
Pelo menos a estes, o Zé faz mesmo falta...

domingo, 10 de junho de 2007

Desde de que ele se foi embora a vida nunca mais foi a mesma

Fachada do Hospital Júlio de Matos

segunda-feira, 4 de junho de 2007

31 da armada e V Convenção do Bloco

De um momento para o outro o Rodrigo Moita de Deus ficou a estrela da blogosfera, por ter feito a cobertura do evento no 31 da armada. Os militantes do BE aproveitaram para contestar a pouca cobertura mediática pelas televisões e o Daniel Oliveira fez comparações com o congresso do CDS. Anda tudo muito preocupado com estas coisas, ideias políticas para o país é que são poucas.

sábado, 2 de junho de 2007

Andam a tentar Bloquear a direcção do Bloco

Mais uma convenção do Bloco de Esquerda e mais um importante teste à sua união. Se ainda há pouco tempo, parecia que todos os movimentos que o integram disputavam acesamente o protagonismo no partido, agora é diferente: todos os movimentos do BE discutem calorasemente com um único movimento isolado, o Ruptura/FER.

Os radicais do Ruptura, no qual já militei durante a minha adolescência, foram à Convenção Nacional do Bloco reclamar por uma maior implementação sindical do partido, como forma de garantir uma verdadeira solidificação do eleitorado. O raciocínio não está muito longe da verdade, o BE precisa efectivamente de se implantar no movimento sindical, mas o objectivo desta estratégia não é segurar o eleitorado, bem pelo contrário, é roubar o mesmo ao PCP. Isto porque o verdadeiro eleitorado está fidelizado, é jovem, encontra-se nos grandes centros urbanos, tem elevada formação académica e move-se pela irreverência e pelo apoio às causas facturantes. Neste campo político, só a Juventude Socialista pode incomodar, um pouco, o BE.

Outra ideia engraçada que os seguidores de Gil Garcia, líder da oposição interna, foram propôr à convenção, foi a saída do Bloco de Esquerda do Partido da Esquerda Europeia. Tal exigência, prende-se com o facto de nesta aliança europeia estar a Refundação Comunista italiana, que recentemente aceitou integrar a coligação eleitoral de Romano Prodi. Mas que lógica teria este abandono? Seria preferível o BE e Miguel Portas ficarem isolados no Parlamento Europeu? Pior ainda, então e se o PS tivesse aceite o apelo de Sá Fernandes e houvesse uma coligação eleitoral de esquerda em Lisboa? O Ruptura/FER abandonaria o BE? Apoiaria outro candidato? Ou lançaria uma candidatura independente, ao bom modo dos alegristas?

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Gostei de ver o comentário do Rui Pena Pires no Canhoto sobre este cartaz do Bloco de Esquerda. Completamente vergonhoso o mesmo, será que o BE está a afirmar que a qualificação académica nada interessa aos jovens? Na minha opinião, parece-me que sim. Então expliquem lá a necessidade dos doutoramentos de Francisco Louçã e Fernando Rosas...

terça-feira, 10 de abril de 2007

No dia 8 deste mês avisei que nem tudo pelo BE andava bem, as divisões entre as várias correntes subsistem e as notícias que hoje nos chegam pelo DN provam isso. Na moção ontem apresentada por Miguel Portas e Helena Pinto da corrente Fórum Manifesto, a ser discutida na convenção nacional de 2 e 3 de Junho em Lisboa, podem-se ler expressões como: "democracia interna pouco participada", "não se alargou o que era necessário e vive com rotinas organizativas que o fecham", "o activismo é ainda reduzido" e "a esquerda socialista precisa de muito mais".
O eurodeputado e a deputada do BE, ex-militantes da PolíticaXXI, mostram um discurso mais moderado e que na minha opinião vira o bloco para o centro. Contudo, a verdadeira discussão que tem que haver no BE e que poderá levar a uma verdadeira cisão é só uma: deve ou não o BE ambicionar fazer parte de um governo? Se a resposta for sim, então tem mesmo que se moderar, se continuar a ser não a onda de crescimento deste partido vai acabar.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

A pergunta: Como desbloquear a questão?
(ARTIGO DO DN)


Carregar nas imagens individualmente
Fui aderente do Bloco de Esquerda quando o mesmo era ainda uma simples coligação de três forças políticas (PSR, UDP e PXXI) à qual se foi juntar o Ruptura/FER do qual eu era militante. Tempos passaram e a minha visão da política e do marxismo foi-se alterando, desfiliei-me e fui assistindo através da imprenssa e dos relatos de alguns amigos às transformações no BE. Já eu era militante do PS e recebi a notícia de que, devido à nova lei dos partidos, os vários partidos que integravam esta coligação se iam tornar em meras associações políticas.
Os anos passaram, o bloco cresceu eleitoralmente e com isso ganhou poder, para a imprensa passou sempre uma imagem de unidade, mas no seu interior as antigas guerras continuaram. O BE mostrou continuar igual a si mesmo: uma feijoada ideológica. Parece que agora vai haver mais uma convenção, que resultados esperar? Mais união? Não creio.
Os militantes do grupo "Fórum Manifesto" (antigo PXXI) querem adoptar uma postura mais moderada e vão rompendo com o marxismo, por outro lado o PSR continua a apregoar o trotskismo, embora um trotskysmo diferente do trotskismo-morenismo do Ruptura/FER e por isso as facções continuam a trocar acusações. Quanto à UDP não sei qual é a posição, mas também pouco interessa, pois o que é preciso perceber é se o BE tem ou não futuro.

quarta-feira, 28 de março de 2007

Gostei de ver a intervenção do Fernando Rosas na Assembleia da Républica. O BE foi o único partido a ter coragem de falar sobre a eleição do ditador fascista António Salazar como grande português, na estação pública de televisão.